A opinião do Professor/a.

O alerta de São Januário: do Gasômetro à Barreira, duas cidades, um mesmo Rio desigual

Porto Maravilha para quem?! A invisibilidade do Bairro Vasco da Gama e da CADEG.

 

Por Marcelo Paiva e Phillipi Labanca – Outubro de 2025

(Tempo de leitura: 15 minutos)

Imagem virtual do novo Estádio de São Januário | Fonte da Imagem: Internet

1) Um passeio a pé revela o não dito

É fim de tarde em São Cristóvão. Placas novas, maquetes digitais coloridas e discursos sobre o “novo centro do Rio” preenchem o horizonte. Você caminha algumas quadras e chega ao muro de São Januário, no bairro Vasco da Gama.

Do lado de cá, o futuro: ciclovias, torres, calçadas amplas. Do lado de lá, o passado esperando há mais de um século por drenagem, calçadas, iluminação e transporte decente. O mapa oficial não mostra, mas há ali uma fronteira invisível entre o progresso e o esquecimento.

Logotipo do projeto Porto Maravilha  – Fase 2

 

2) Onde o perímetro para, a desigualdade começa

A expansão do Porto Maravilha, projeto símbolo da reurbanização moderna carioca, levou a área planejada de 5 milhões para 8,7 milhões de metros quadrados, com validade até 2064.

O plano promete 100 mil novas moradias, 250 mil novos habitantes e integração via VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e VLP (Veículo Leve sobre Pneus).

Mas o traçado “oficial” do projeto para na fronteira do bairro Vasco da Gama e não alcança Benfica, deixando de fora locais emblemáticos: o Estádio de São Januário, a Comunidade Barreira do Vasco, o CADEG (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara) e o Pólo Rio de Iluminação, situado na Rua Senador Bernardo Monteiro, Benfica, Rio de Janeiro, popularmente conhecida como Rua dos Lustres.

O progresso estaciona justamente onde a cidade nasceu popular.

 

Projeto de Expansão do “Porto Maravilha – fase 2” para o Bairro de São Cristóvão – Rio. À Direita, na Área tracejada, é o Porto Maravilha I (Já Executado) e à esquerda, também tracejada, é a Extensão do Porto Maravilha – fase 2, no bairro Imperial de São Cristóvão. Área demarcada na cor Vermelha, são as regiões excluídas nesse Projeto. | Fonte da Imagem – Prefeitura do Rio e GVRESJ/VSJ

 

 

3) Vasco da Gama, 1998: o bairro que queria ser visto

O bairro Vasco da Gama foi oficialmente criado em 1998, consolidando uma identidade que já pulsava desde os anos 1920 com o Estádio de São Januário, inaugurado em 1927.

A poucos metros, está a Barreira do Vasco, comunidade erguida por operários e torcedores.

Os programas Favela-Bairro (década de 1990) e Morar Carioca (anos 2000 e 2010) prometeram drenagem, pavimentação, reassentamento e melhorias estruturais. Parte foi iniciada, mas nenhum projeto se concluiu integralmente.

Décadas depois, o Reviver Centro e sua ampliação para São Cristóvão reacendem a esperança, mas o mapa repete o padrão: o bairro Vasco da Gama e Benfica ficam de fora do perímetro de investimento.

Imagem virtual das áreas da Comunidade Barreira do Vasco, e entorno do Estádio de São Januário ilustrado no vídeo Institucional do projeto Morar Carioca. | Fonte da Imagem – Prefeitura do Rio e GVRESJ/VSJ

 

4) Economia real que o mapa ignora

O entorno de São Januário não é só futebol: é economia viva.

O CADEG, localizado na Rua Capitão Félix, 110. Bairro de Benfica é um dos principais polos de abastecimento, flores, gastronomia e bebidas do estado.

A Rua Senador Bernardo Monteiro, a famosa Rua dos Lustres, movimenta o comércio de iluminação, decoração e ferragens há décadas.

Ambos os endereços, situados em Benfica, fazem parte do mesmo tecido urbano e histórico que o bairro Vasco da Gama, compartilhando cultura, trabalho e fluxo de visitantes.

Ignorá-los no projeto é amputar uma parte essencial do sistema econômico da Zona Norte.

 

 

Barreira do Vasco e Estádio de São Januário | Fonte da Imagem: Jornal O Globo

 

 

CADEG | Fonte da Imagem: Internet

 

 

Rua Senador Bernardo Monteiro (Rua dos Lustres – Polo Rio de
Iluminação) | Fonte da Imagem: Internet

 

Área tracejada indica a Região a ser Requalificada (Revitalizada), na cor vermelha a região excluída (Bairro Vasco da Gama, o entorno do estádio de São Januário, a comunidade da Barreira do Vasco e a CADEG). | Fonte da Imagem: Prefeitura do Rio e GVRESJ / VSJ

 

5) Mobilidade: o teste decisivo

A Prefeitura apresentou um traçado preliminar do VLT/VLP em São Cristóvão, com novas paradas próximas à Leopoldina e ao Terminal Intermodal Gentileza.

Mas o vereador Pedro Duarte (Partido Novo), presidente da Comissão de Assuntos Urbanos da Câmara, protocolou ofício solicitando estudos de viabilidade para estender o VLT/VLP até o Estádio de São Januário e o CADEG.

O documento foi encaminhado à Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar) e à Secretaria Municipal de Esportes, argumentando que a AEIU (Área de Especial Interesse Urbanístico) da Região Portuária deveria incluir o entorno do estádio.

Se o hipotético futuro estádio do arquirrival no esporte e coirmão Institucional, Clube de Regatas do Flamengo, na área do atual Gasômetro, contará com duas estações de VLP no seu entorno, é inaceitável que o estádio de São Januário, prestes a fazer 100 anos de história e reforma prevista entre 2026 e 2029, continue isolado e segregado do desenvolvimento da cidade.

 

6) Gentrificação: o risco que ainda pode ser revertido

O termo gentrificação define o processo em que áreas degradadas, após receberem investimento público ou privado, valorizam-se e expulsam seus moradores originais pelo aumento dos custos de vida e da especulação imobiliária.

Na Zona Portuária, estudos da UFRJ, UFF e UFRGS já alertaram sobre essa tendência.

Pesquisas da Arquiteta Joana Paradeda (UFRGS) e do Urbanista Arthur Oliveira (Arq.Urb) demonstram que mega operações urbanas podem gerar uma “financeirização do território”, quando o lucro imobiliário substitui o valor humano.

A comparação com Puerto Madero, em Buenos Aires, é inevitável: uma revitalização luxuosa que afastou os antigos moradores e pequenos comerciantes.

No Rio, o processo ainda é reversível, desde que haja inclusão efetiva de HIS (Habitação de Interesse Social) e ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) no bairro Vasco da Gama e Benfica, integrando também a Barreira do Vasco, o CADEG e o Pólo Rio de Iluminação.

 

Cena da Barreira do Vasco no vídeo institucional do projeto Morar Carioca | Fonte da Imagem – Prefeitura do Rio de Janeiro

 

7) ESG: a bússola da responsabilidade

O conceito de ESG (Environmental, Social and Governance) propõe que o desenvolvimento urbano seja sustentável, inclusivo e transparente.

Aplicado à realidade de São Januário, ele se traduz em ações concretas:

  • E – Ambiental: saneamento, drenagem e arborização na Barreira do Vasco e adjacências.
  • S – Social: geração de emprego local, cotas de HIS (Habitação de Interesse Social) vinculadas ao aumento de potencial construtivo e estímulo ao comércio do bairro Vasco da Gama e Benfica.
  • G – Governança: gestão transparente da OUC (Operação Urbana Consorciada) do Porto Maravilha, auditoria cidadã, controle público dos CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) e participação comunitária nas decisões.

 

Sem essas três dimensões, o Porto Maravilha II corre o risco de se tornar mais um caso de marketing urbano: bonito nos outdoors e redes sociais, injusto nas ruas.

 

Imagem ilustrativa do Projeto previsto pela Prefeitura do Rio quando o CRVG estava designado a realizar o Rúgbi Rio 2016. | Fonte da Imagem: GVRESJ / VSJ

 

 

 

8) As promessas e os responsáveis

Desde os anos 1990, o entorno de São Januário e o bairro Vasco da Gama convivem com promessas urbanas interrompidas e políticas públicas que nunca se completaram:

  • César Maia e Luiz Paulo Conde (Prefeitura) deram início ao programa Favela-Bairro, que chegou a incluir parte da Barreira do Vasco em seus planos de urbanização, mas sem execução integral.
  • Na gestão seguinte, Eduardo Paes lançou o ambicioso Morar Carioca, anunciado como uma evolução do Favela-Bairro e com previsão de urbanizar todas as comunidades do Rio até 2020. A Barreira do Vasco e as áreas adjacentes ao Estádio de São Januário estavam entre as contempladas, com obras de drenagem, contenção e pavimentação prometidas. Porém, o programa foi interrompido em 2013, após mudanças orçamentárias e priorização das obras olímpicas.
  • O mesmo Eduardo Paes consolidou o Porto Maravilha e posteriormente o Reviver Centro, mas novamente a inclusão plena da Zona Norte ficou pendente, apesar de São Cristóvão e Vasco da Gama compartilharem o mesmo eixo urbano e histórico.
  • Marcelo Crivella, em sua gestão, não deu continuidade na parte das obras sociais e de reurbanização, suspendendo intervenções previstas em programas de habitação popular e drenagem no entorno do estádio.
  • Agora, Eduardo Paes (Prefeito), Cláudio Castro (Governador) e Luiz Inácio Lula da Silva (Presidente) têm a oportunidade histórica de corrigir a rota, integrando definitivamente o bairro Vasco da Gama, Benfica, a Barreira do Vasco, o CADEG e o Polo Rio de Iluminação ao planejamento urbano e à mobilidade do Porto Maravilha – Fase II.

 

Imagem virtual mostrando a Avenida Roberto Dinamite como ficaria com a implementação no vídeo Institucional do projeto Morar Carioca | Fonte da Imagem – Prefeitura do Rio

 

9) Um pacto simples e corajoso

  1. Extensão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e do VLP (Veículo Leve sobre Pneus) até o Estádio de São Januário e o CADEG, com cronograma público e execução simultânea à reforma do estádio.
  2. Criação de ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) e garantia de HIS (Habitação de Interesse Social) na Barreira do Vasco, impedindo remoções.
  3. Investimento em saneamento, drenagem, iluminação pública e segurança nas ruas do bairro Vasco da Gama e Benfica.
  4. Estímulo ao eixo econômico CADEG – Rua dos Lustres – São Januário, unindo turismo, cultura e comércio popular.

 

 

Imagem que mostra a proximidade e o trio de fluxo social e econômico entre o Bairro Vasco da Gama – CADEG – Rua dos Lustres. | Fonte da Imagem: Google Maps e GVRESJ / VSJ

 

10) Conclusão: memória e futuro

O bairro Vasco da Gama foi oficialmente reconhecido em 1998, mas sua alma existe desde 1927, quando operários e imigrantes levantaram com as próprias mãos o Estádio de São Januário.

Hoje, a luta não é apenas por futebol, mas por dignidade urbana.

Se o Porto Maravilha deseja ser realmente “maravilhoso”, precisa incluir quem construiu o Rio com suor, fé e pertencimento.

 

“Enquanto houver um coração Vascaíno pulsando na Barreira, nas ruas do Vasco da Gama e em cada esquina esquecida pelo poder público, o sonho de um entorno digno e justo manterá o Vasco imortal, porque ninguém será verdadeiramente livre até que todos possam caminhar pelas mesmas ruas com dignidade.”

(Frase reciclada pelos autores do artigo e adaptada de Cyro Aranha e Nelson Mandela.)

 

Fonte da imagem: Revista O Malho, nº 1389, p. 33, em 27 de abril de 1929 – posterior à inauguração do estádio em 1927 e anterior ao surgimento da Barreira como favela na década de 1930.

 

Palavras-chave e hashtags

Porto Maravilha, Reviver Centro, São Cristóvão, Vasco da Gama, São Januário, Barreira do Vasco, CADEG, Rua dos Lustres, Benfica, VLT, VLP, Mobilidade urbana, Habitação Popular, CEPACs, AEIU Porto, Terminal Gentileza, Leopoldina, Francisco Bicalho, Flamengo, CRVG, ESG, Gentrificação, Zona Portuária, Rio de Janeiro.

#PortoMaravilha #ReviverCentro #SãoCristóvão #VascoDaGama #SãoJanuário #BarreiraDoVasco #CADEG #RuaDosLustres #BenficaRJ #VLT #VLP #MobilidadeUrbanaRJ #HabitaçãoPopular #CEPACs #AEIU #TerminalGentileza #Leopoldina #FranciscoBicalho #ESG #Gentrificação #ZonaPortuária #RioDeJaneiro

 

Fontes principais:

  • Prefeitura do Rio de Janeiro / CCPar: planos e mapas oficiais do Porto Maravilha II e da AEIU (Área de Especial Interesse Urbanístico).
  • Câmara Municipal do Rio de Janeiro: ofício do vereador Pedro Duarte (Partido Novo) solicitando estudos de viabilidade para o VLT/VLP até São Januário e CADEG.
  • GVRESJ/VSJ (Grupo Voluntário pela Revitalização do Entorno de São Januário): imagens e análises urbanas desde 2011.
  • Estudos acadêmicos:
    • Joana Paradeda (UFRGS): “Megaeventos e financeirização do território urbano: o caso do Porto Maravilha.”
    • Arthur Oliveira (arq.Urb): “Waterfronts e a cidade neoliberal: gentrificação e exclusão.”
    • Bruno P. Nascimento (UFRJ): “O legado invisível da Zona Portuária do Rio.”
  • Artigos jornalísticos: O Globo, Tempo Real RJ, Diário do Rio e Agência Brasil, sobre o Reviver Centro, Porto Maravilha Fase II e a exclusão de Benfica e Vasco da Gama do novo perímetro urbano.
  • CADEG: informações institucionais (Rua Capitão Félix, 110 – Benfica).
  • Pólo Rio de Iluminação: Rua Senador Bernardo Monteiro, Benfica.
  • Dados históricos do Estádio São Januário: Clube de Regatas Vasco da Gama.

 

 

Respostas de 6

  1. Queria entender pq bairros são contemplados com projetos urbanísticos que as vezes mais me soam como perfumaria e o bairro Vasco da Gama não… Este sim precisa de obras profundas de melhoria já que nunca sofreu intervenções ou teve um olhar diferenciado pelo poder público . Ali estão muitos pontos históricos desta cidade. Incrível isso!

  2. Urge que o poder público trate a região como ela merece. Os moradores não estão pedindo um “favor”. Em dias de jogos a economia da região fervilha, girando muito dinheiro não apenas para os moradores, mas também para o poder público em forma de impostos. Portanto, esse “esquecimento” da região não pode mais continuar. O que mais precisamos fazer para que a Prefeitura e o Estado se conscientizem e façam o que já deveria ter sido feito há muito tempo?

  3. Mais um belo artigo clamando por um feito mais do que urgente e merecido. Toda a região do Bairro Vasco da Gama, Benfica e o seu entorno necessitam de melhorias em todos os sentidos e este é o momento, ou melhor, já passou da hora! Que os nossos governantes olhem, com muito carinho, pela Barreira do Vasco e corrijam todo o abandono de décadas. Parabéns ao grupo GVRESJ!! #vascodagama #cadeg #barreiradovasco

  4. O entorno de São Januário, assim como toda a sua vizinhança, merecem do poder público o mesmo tratamento dado ao Porto Maravilha, visto que, a presença e representatividade do Club de Regatas Vasco da Gama, acarreta um imenso potencial financeiro nos dias de jogos, agrega uma multidão de pessoas nos seus arredores, que mesmo sem uma infraestrutura decente, transforma o pacato bairro em um clima de festa e entretenimento.
    Falta saneamento básico, o transporte público é precário, o deslocamento no entorno do estádio é sempre problemático e a população local não merece viver de promessas nunca cumpridas.
    Chega de enganação e de promessas vazias, o centenário estádio, e sua imensa legião de torcedores vascaínos merecem respeito.

  5. Belíssimo Projeto e casa exatamente junto com a construção do Novo Estádio de SJ. Espero que o Poder Público do RJ ajude esse projeto sair do papel. Saudações Vascaínas

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